VIVENDO COMO IGREJA RELACIONAL
Escrito por Wayne Jacobsen. Traduzido por Ezequiel Netto
06 - Por que
não vou mais a igreja?
Este texto, publicado
na edição de maio de 2001 de BodyLife (www.lifestream.org), vem circulando pelo mundo para
oferecer uma perspectiva e uma argumentação capazes de ajudar as pessoas a
compreender como é possível abraçar a vida em Cristo por muitas outras formas
de relacionamento além das que a tradicional vida eclesiástica costuma
proporcionar. É uma resposta a todos aqueles que defendem a necessidade de se
pertencer a uma instituição determinada para fazer parte da Igreja.
Anexo do livro Por
que você não quer mais ir à Igreja, Ed. Arqueiro, pag. 135.
Prezado Irmão de Fé,
Agradeço muito sua preocupação comigo e
sua disposição de colocar questões que causaram essa preocupação. Você sabe que
a forma como me relaciono com a Igreja é um tanto anticonvencional, e há até
quem a considere temerária. Creia-me, compreendo bem sua preocupação, pois eu
próprio também costumava pensar dessa maneira e cheguei mesmo a ensinar outras
pessoas a fazê-lo.
Se você está satisfeito com o modo de
viver da igreja institucional, talvez não goste do que vai ler aqui. Meu
objetivo não é convencê-lo a ver essa incrível Igreja da mesma forma que eu, e
sim responder a suas perguntas o mais aberta e honestamente que puder. Mesmo
que acabemos não concordando, espero que entenda que nossas diferenças não nos
distanciam necessariamente enquanto membros do corpo de Cristo.
A
que Igreja você vai?
Jamais gostei dessa pergunta, mesmo
quando era capaz de responder a ela citando uma organização específica. Conheço
seu significado cultural, mas ela se baseia numa falsa premissa - a de que a
igreja é um lugar aonde se pode ir,
da mesma maneira como se vai a um evento, a uma festa ou se frequenta um grupo
organizado. Penso que Jesus vê a Igreja de modo totalmente distinto. Ele não
fala dela como de um lugar aonde se vai, mas como um modo de viver na relação com Ele e com os que O seguem.
Perguntar a que igreja eu vou é o mesmo
que perguntar se eu vou ao Jacobsen. Como eu responderia isso? Eu sou o
Jacobsen e onde eu for o Jacobsen vai estar. “Igreja” é uma palavra que não identifica um local ou uma
instituição. Ela descreve um povo e como os membros desse povo se relacionam
uns com os outros. Quando se perde isso de vista, nossa compreensão da Igreja
fica distorcida e deixamos de usufruir a alegria que ela pode nos dar.
Você
não estará apenas tentando escapar da pergunta?
Sei que o que eu disse pode soar como um
mero jogo de palavras, mas as palavras são importantes. Quando atribuímos o
termo “igreja” somente a cultos semanais ou a instituições que se auto
intitulam “igrejas”, perdemos o significado profundo do que seja viver como
corpo de Cristo. Isso nos dá uma falsa sensação de segurança, fazendo com que
achemos que, por comparecer a um encontro uma ou mais vezes por semana estamos
participando da Igreja de Deus.
Da mesma forma, ouço as pessoas falando
em “abandonar a igreja” quando deixam
de frequentar determinada congregação. Mas se a Igreja é algo que somos, e não
um lugar qualquer a que comparecemos, como é possível abandoná-la, a não ser
que abandonemos o próprio Cristo? E, se considero apenas determinada
congregação “minha igreja”, não
estarei deixando de acolher outros irmãos e irmãs que não freqüentam a mesma
congregação que eu?
A ideia de que apenas aqueles que se
reúnem nas manhãs de domingo para assistir a uma celebração religiosa ou a uma
palestra fazem parte da Igreja - excluindo os demais - seria estranha a Jesus.
A questão não é onde estamos
num determinado momento do fim de semana, e sim como estamos vivendo com Jesus e com outros fiéis ao longo
da semana.
Mas
não precisamos de reuniões regulares?
Eu não diria que precisamos de reuniões.
Se vivêssemos num lugar onde não fosse possível estar com outros fiéis, Jesus
certamente seria capaz de cuidar de nós. Assim, eu colocaria a pergunta de
forma um pouco diferente: as pessoas que estão aprendendo a conhecer melhor o
Deus vivo vão querer ligações reais e significativas com pessoas que
compartilham a mesma crença? Evidentemente! O chamado para o reino de Deus não
é um convite ao isolamento. Todas as pessoas que conheço e que estão
florescendo na vida de Jesus sentem vontade de entrar em autêntica comunhão com
outros que possuem essa mesma crença.
Essa espécie de comunhão, porém, não é
fácil de achar. Periodicamente, nessa jornada, há ocasiões em que não parecemos
encontrar outros crentes com quem partilhar nossa fome de Deus. Isso acontece,
sobretudo, com quem percebe que se conformar às expectativas das instituições
religiosas pode acabar enfraquecendo seu relacionamento com Jesus. Talvez eles
se sintam excluídos por fiéis com os quais mantiveram durante anos uma amizade
estreita. Mas quem passa por essa situação não a vê como uma ameaça. É sem
dúvida incrivelmente doloroso, e essas pessoas irão procurar outros crentes
profundamente desejosos de partilhar a jornada.
Minha expressão de corpo de Cristo
favorita é onde um grupo local de pessoas escolhe caminhar juntas por um
período na jornada, cultivando amizade íntima e aprendendo ouvir a Deus juntas.
Deveríamos
estar aliançados a uma comunidade local?
A ideia do compromisso com determinada
instituição é repetida com tanta frequência que a maioria de nós chega a
acreditar que ela se encontra em algum trecho da Bíblia. Mas eu nunca a
encontrei. Muitos de nós fomos levados a crer que se não tivéssemos a “cobertura do grupo” cairíamos no erro ou
em pecado. Mas será que isso não acontece também no interior da nossa igreja
particular?
Sei de muita gente que, apesar de não
pertencer a qualquer instituição, não só desenvolve um relacionamento em grande
profundidade com Deus como estabelece com outros crentes ligações mais intensas
do que as que manteria dentro da instituição. Eu não perdi nem um pouco da
minha paixão por Jesus ou do meu apreço por sua Igreja. Pelo contrário, ambos
aumentaram muito, e com grande rapidez, nos últimos anos.
As Escrituras nos encorajam, isso sim, a
sermos devotados uns aos outros, independentemente de qualquer instituição.
Jesus deu a entender que sempre que duas ou três pessoas se reunirem em Seu
nome Ele estará entre elas.
Claro que pode ser útil participar
regularmente de determinada instituição. Mas nos enganamos totalmente quando
acreditamos que a comunhão só se dá por frequentarmos o mesmo evento juntos
regularmente ou por pertencermos à mesma organização. A comunhão se dá quando
as pessoas partilham suas jornadas rumo ao conhecimento de Jesus e consiste
numa partilha livre e honesta, numa preocupação genuína com o bem dos outros e
o estímulo mútuo para seguir Jesus, não importando o caminho pelo qual Ele nos
conduza.
Mas
as nossas instituições não nos livram do erro?
Sinto discordar, mas toda grande heresia
que oprimiu o povo de Deus nos últimos 2 mil anos proveio de grupos organizados
com “líderes” que achavam que
detinham com exclusividade o conhecimento da mente de Deus. Nessas
instituições, cada movimento de Deus em direção aos que tinham verdadeira fome
dEle era praticamente rejeitado. Muita gente foi excomungada ou executada por
seguir a Deus.
Se é na instituição que você espera
obter segurança, receio que esteja sumariamente equivocado. Jesus não nos disse
que “ir à igreja” nos salvaria, mas
que confiar nEle, sim. Deu-nos uma unção do Espírito para que pudéssemos saber
a diferença entre verdade e erro. Essa unção é cultivada à medida que
aprendemos Seus caminhos com base em Sua palavra e vamos crescendo mais
próximos ao Seu coração. Isso nos ajuda a reagir quando certas expressões da
igreja a que pertencemos se tornam impeditivas da obra de Jesus em nós.
Isso
significa que as congregações tradicionais estão erradas?
Absolutamente não! Tenho encontrado em muitas
delas gente que ama a Deus e está buscando crescer em Seus caminhos. Costumo
visitar todos os anos umas 20 congregações diferentes que me parecem muito mais
centradas no relacionamento do que na religião. Jesus está no centro de sua
vida comunitária, e os que atuam como líderes são verdadeiros servos e não
fazem jogo político de controle e manipulação, de maneira que todos são
incentivados a se cuidar reciprocamente.
Oro para que mais pessoas se renovem
assim na paixão por Jesus, na preocupação genuína com as outras e no desejo de
servir o mundo com o amor de Deus. Mas creio que devemos admitir que ainda são
exemplos raros nas nossas comunidades. Muitas resistem por um curto período,
para depois, mesmo inconscientemente, passarem a oferecer respostas
institucionais às necessidades dos seus membros, em vez de permanecerem
dependentes de Jesus. Se isso ocorrer, não se sinta condenado caso Deus não o
conduza junto com elas.
Então
eu deveria deixar de ir à igreja?
Receio que essa pergunta também esteja
mal colocada. Não creio que você vá
à igreja mais do que eu. Todos somos
parte dela. Faça sua parte da forma como Jesus lhe pede e nos lugares em que
Ele te coloca. Nem todos nos desenvolvemos no mesmo ambiente.
Se você se reúne com um grupo de
cristãos numa hora e num lugar determinados, e se essa participação o ajuda a
ficar mais próximo de Jesus e de seguir a obra Dele em você, eu não acho, de
modo algum, que deva sair. Tenha em mente, porém, que essa não é a Igreja, mas apenas uma das
muitas expressões dela no local em que você vive.
Não se deixe enganar achando que só porque
frequenta as reuniões está experimentando a autêntica vida em comunidade. Esta
só acontece quando Deus o conecta com um punhado de irmãos e irmãs com quem
você é capaz de construir amizades estreitas e compartilhar os verdadeiros
desafios da jornada.
Isso pode se dar em congregações
tradicionais, como também fora delas. Nos últimos sete anos eu me deparei com
centenas, se não milhares, de pessoas que, cada vez mais decepcionadas com as
congregações tradicionais, estão florescendo espiritualmente ao partilhar a
vida de Deus com outros, na maioria das vezes em suas próprias residências.
Ou
seja: reunir-se em casa é a resposta?
É evidente que não. Mas sejamos claros:
por mais agradável que seja participar de cultos em grandes ambientes e ter
mentores talentosos, o autêntico prazer da vida em comunidade não pode ser
partilhado em grupos excessivamente grandes. Durante seus primeiros 300 anos a
Igreja primitiva encontrou nas casas o lugar perfeito para se reunir. Os lares
são muito mais adequados à dinâmica familiar, que é como Jesus descrevia Seu
corpo.
Mas reuniões em casa não são solução
para tudo. Já estive em reuniões caseiras doentes e também com pessoas que se
reúnem em instalações maiores que conseguem experimentar a autêntica vida do
corpo de Cristo em comunhão. Mas o tempo que dedico em reuniões, eu prefiro
estar face a face com um grupo de pessoas. Sei que isso não é muito popular
atualmente, pois as pessoas acham muito mais fácil assistir a uma apresentação
afinada (ou não muito afinada), e voltar para casa sem ter que expor suas
vidas, ou se preocupar com a vida das outras pessoas.
Ultimamente, o que mais importa para mim
não é onde ou como eles se reúnem, mas se as pessoas estão ou não
focadas em Jesus, e realmente ajudando umas às outras a se tornarem mais
parecidas com Ele. Reuniões são muito menos importantes que a qualidade nos
relacionamentos. Procuro pessoas assim em qualquer lugar aonde vou e sempre me
alegro quando as encontro. Em nossa nova casa em Oxnard, encontramos alguns
novos amigos e temos esperanças de encontrar outros mais.
Você
não está simplesmente reagindo por mágoa?
Suponho que seja possível e o tempo
dirá, eu acho, mas sinceramente não acredito. Qualquer pessoa comprometida com
o corpo de Cristo irá se machucar às vezes. Mas existem dois tipos de ofensa.
Existe um tipo de dor causada por um problema que pode ser resolvido com o
cuidado adequado - como uma torção no tornozelo. E existe outro tipo de dor que
só pode ser resolvida se afastando - como quando você põe a mão no forno quente.
Talvez todos nós já experimentamos algum
tipo de dor ao tentar viver a vida cristã nas instituições. Por um longo tempo,
muitos de nós ficamos por lá na esperança de que se algumas coisas fossem
mexidas tudo ficaria melhor. Embora com algum sucesso de forma limitada, com
momentos de renovação, também descobrimos que a conformidade que a instituição
exige e a liberdade que a pessoa precisa para crescer em Cristo são
incompatíveis uma com a outra. Isso vem acontecendo com cada grupo que se forma
ao longo da história do cristianismo.
Você
está procurando a igreja perfeita?
Não, e não imagino encontrar alguma
neste lado da eternidade. A perfeição não é meu alvo, mas encontrar pessoas com
as prioridades de Deus sim. É um tipo de pessoas que lutam por um ideal que
compartilham juntas, e percebem que têm objetivos em comum.
Não guardo segredos pelo fato de eu ser
completamente incomodado pela situação do cristianismo organizado. A maior
parte do que chamamos “igreja”
atualmente nada mais é do que apresentações bem planejadas com pouca conexão
real entre os crentes. Os crentes são encorajados a crescer em dependência ao
sistema, ou aos seus líderes, em vez de se ligarem ao próprio Jesus. Gastamos
muita energia conformando as pessoas ao comportamento exigido pelas
instituições em vez de ajudá-las a se transformarem aos pés da cruz!
Estou cansado de tentar ter comunhão com
pessoas que só enxergam a igreja como um lugar onde passam duas horas semanais
aliviando a culpa, enquanto vivem o restante da semana com as mesmas
prioridades que o mundo. Estou cansado daqueles que dependem de sua justiça
própria e não têm compaixão alguma pelas pessoas no mundo. Estou cansado de
pessoas inseguras usando o corpo de Cristo como uma extensão de seu próprio
ego, e o manipula para satisfazer às suas próprias necessidades. Estou cansado
de sermões mais cheios de religiosidade que da liberdade do amor de Deus e os
relacionamentos ficam em segundo plano, como exige uma instituição eficiente.
Mas
nossas crianças não precisam das atividades da igreja?
Imagino que o que elas realmente
precisam é serem integradas ao corpo de Cristo através da comunhão relacional
com outros crentes. 92% das crianças que frequentaram a escola dominical, com
todos os equipamentos e entretenimentos poderosos, abandonam a igreja quando
deixam a casa dos pais. Em vez de encher nossas crianças com ética e regras,
precisamos demonstrar como viver a vida cristã na coletividade.
Mesmo os sociólogos falam que o fator
mais importante que determinará se a criança prosperará na sociedade é se ela
teve amizades profundas e pessoais com adultos não parentes. Nenhuma escola
dominical pode produzir isso. Conheço uma comunidade na Austrália que, após 20
anos compartilhando a vida cristã juntos como família pode dizer que nenhuma criança
abandonou a fé por crescer no meio de adultos. Sei que posso estar exagerando
aqui, mas é muito mais importante que nossas crianças experimentem comunhão
verdadeira entre os crentes que os joguinhos e brincadeiras da programação
infantil.
Qual
a dinâmica do corpo de Cristo você procura?
Estou sempre procurando pessoas que
buscam o Cristo Vivo. Ele é o centro da vida delas, da afeição e das
conversações. Eles parecem ser autênticos e livres para sofrer quando se
ferirem, para questionar o que não aceitam, para seguir a voz do interior, sem
ter outros os acusando de divisão ou rebeldia. Busco pessoas que não
desperdiçam dinheiro em construções extravagantes ou programações temporárias;
onde as pessoas que sentam perto uma das outras não são estranhas; onde todos
participam do sacerdócio a Deus em vez de assistir passivamente de uma
distância segura.
Você
não está dando uma desculpa para as pessoas ficarem em casa sem fazer nada?
Espero que não, embora eu saiba que tem
esse perigo. Sei que algumas pessoas que deixam as congregações tradicionais
terminam abusando da liberdade para satisfazer seus próprios desejos e perdem
completamente a vida da igreja. Também não sou a favor daqueles que vivem
pulando de igreja em igreja, que vão de um lado para outro, buscando o último
mover, ou a melhor oportunidade de satisfazer seus desejos egoístas.
Por outro lado, a maior parte das
pessoas que conheço, que estão fora do sistema, não é porque perderam a paixão
por Jesus ou seu povo, mas porque a igreja tradicional perto delas não
conseguiu satisfazer a fome que elas têm por relacionamentos. Elas buscam uma
vida cristã mais autêntica e assumem um custo incrível por buscar isso.
Acredite em mim, seria muito mais fácil seguir a correnteza, mas uma vez que
você tenha experimentado a comunhão viva entre cristãos apaixonados, fica
impossível se acomodar em algo menor que isso.
Esta
visão não divide a igreja?
Não por si mesma. As pessoas causam
divisões quando exigem que os outros se conformem a sua revelação da verdade.
Muitos de nós somos acusados de causar divisões, pois a liberdade pode
incomodar aqueles que encontram segurança no sistema religioso. E também não
estamos tentando recrutar pessoas para abandonarem suas congregações. Vemos o
corpo de Cristo grande o suficiente para abranger todo o povo de Deus, e Ele os
quer unidos.
Uma das coisas ditas muitas vezes sobre
as igrejas tradicionais é que as manhãs de domingo representam o horário mais
segregacional na cultura americana. Reunimo-nos com pessoas que parecem conosco
e gostam das mesmas coisas que nós. Descobri que agora tenho muito mais
oportunidades de estar com pessoas numa dimensão muito mais ampla do corpo. Não
exijo que as pessoas façam as coisas do meu jeito e espero que aqueles que
enxergam isso de forma diferente parem de exigir que nos conformemos a eles.
Onde
posso encontrar este tipo de comunhão?
Não é fácil responder isso. Pode estar
bem distante de você ou com as pessoas que você já tem comunhão. Pode estar na
rua de baixo, em seu bairro. Ou numa sala no local de trabalho. Você também
pode se envolver num evangelismo em compaixão pelos necessitados e quebrantados
em sua localidade, numa forma de expressar a vida de Cristo e encontrar outros
com uma fome similar.
Não espere que este tipo de comunhão aconteça
facilmente numa organização. Ela é orgânica, e Jesus pode te conduzir a ela
exatamente onde você está. Busque a Ele para que coloque uma dúzia de pessoas
ao redor de você com as quais possa compartilhar a caminhada. Talvez não sejam
todos da mesma congregação que você. Eles podem ser vizinhos ou colegas de
trabalho que seguem a Deus. Não seria este tipo de interconexão entre o povo de
Deus um fruto incrível?
Não espere que seja fácil ou se
desenvolva tranquilamente. Vai exigir algumas escolhas de nossa parte em ser
obedientes a Jesus. Pode exigir algum esforço em abandonar velhos hábitos e
estar livres para Ele edificar sua comunidade ao redor de nós, mas tudo isso
vale a pena. Sei que isso incomoda algumas pessoas por eu não tomar
regularmente meu banco nas manhãs de domingo, mas garanto que meus piores dias
fora da instituição foram ainda melhores que os bons dias dentro dela. Para
mim, a diferença é como ouvir alguém falar de golfe ou realmente fazer parte de
um campeonato e jogar umas partidas. Ser igreja é como isso. Atualmente não
precisamos de mais pregações sobre a igreja, mas de pessoas que estão
simplesmente aprendendo a viver isso na realidade.
Pessoas ao redor de todo o mundo estão
redescobrindo como fazer isso novamente. E você pode ser uma delas, deixando Ele
te colocar em seu corpo, como deseja.
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