quarta-feira, 28 de março de 2018

Vivendo como igreja relacional 06

VIVENDO COMO IGREJA RELACIONAL
Escrito por Wayne Jacobsen. Traduzido por Ezequiel Netto

06 - Por que não vou mais a igreja?
Este texto, publicado na edição de maio de 2001 de BodyLife (www.lifestream.org), vem circulando pelo mundo para oferecer uma perspectiva e uma argumentação capazes de ajudar as pessoas a compreender como é possível abraçar a vida em Cristo por muitas outras formas de relacionamento além das que a tradicional vida eclesiástica costuma proporcionar. É uma resposta a todos aqueles que defendem a necessidade de se pertencer a uma instituição determinada para fazer parte da Igreja.
Anexo do livro Por que você não quer mais ir à Igreja, Ed. Arqueiro, pag. 135.
Prezado Irmão de Fé,
Agradeço muito sua preocupação comigo e sua disposição de colocar questões que causaram essa preocupação. Você sabe que a forma como me relaciono com a Igreja é um tanto anticonvencional, e há até quem a considere temerária. Creia-me, compreendo bem sua preocupação, pois eu próprio também costumava pensar dessa maneira e cheguei mesmo a ensinar outras pessoas a fazê-lo.
Se você está satisfeito com o modo de viver da igreja institucional, talvez não goste do que vai ler aqui. Meu objetivo não é convencê-lo a ver essa incrível Igreja da mesma forma que eu, e sim responder a suas perguntas o mais aberta e honestamente que puder. Mesmo que acabemos não concordando, espero que entenda que nossas diferenças não nos distanciam necessariamente enquanto membros do corpo de Cristo.
A que Igreja você vai?
Jamais gostei dessa pergunta, mesmo quando era capaz de responder a ela citando uma organização específica. Conheço seu significado cultural, mas ela se baseia numa falsa premissa - a de que a igreja é um lugar aonde se pode ir, da mesma maneira como se vai a um evento, a uma festa ou se frequenta um grupo organizado. Penso que Jesus vê a Igreja de modo totalmente distinto. Ele não fala dela como de um lugar aonde se vai, mas como um modo de viver na relação com Ele e com os que O seguem.
Perguntar a que igreja eu vou é o mesmo que perguntar se eu vou ao Jacobsen. Como eu responderia isso? Eu sou o Jacobsen e onde eu for o Jacobsen vai estar. “Igreja” é uma palavra que não identifica um local ou uma instituição. Ela descreve um povo e como os membros desse povo se relacionam uns com os outros. Quando se perde isso de vista, nossa compreensão da Igreja fica distorcida e deixamos de usufruir a alegria que ela pode nos dar.
Você não estará apenas tentando escapar da pergunta?
Sei que o que eu disse pode soar como um mero jogo de palavras, mas as palavras são importantes. Quando atribuímos o termo “igreja” somente a cultos semanais ou a instituições que se auto intitulam “igrejas”, perdemos o significado profundo do que seja viver como corpo de Cristo. Isso nos dá uma falsa sensação de segurança, fazendo com que achemos que, por comparecer a um encontro uma ou mais vezes por semana estamos participando da Igreja de Deus.
Da mesma forma, ouço as pessoas falando em “abandonar a igreja” quando deixam de frequentar determinada congregação. Mas se a Igreja é algo que somos, e não um lugar qualquer a que comparecemos, como é possível abandoná-la, a não ser que abandonemos o próprio Cristo? E, se considero apenas determinada congregação “minha igreja”, não estarei deixando de acolher outros irmãos e irmãs que não freqüentam a mesma congregação que eu?
A ideia de que apenas aqueles que se reúnem nas manhãs de domingo para assistir a uma celebração religiosa ou a uma palestra fazem parte da Igreja - excluindo os demais - seria estranha a Jesus. A questão não é onde estamos num determinado momento do fim de semana, e sim como estamos vivendo com Jesus e com outros fiéis ao longo da semana.
Mas não precisamos de reuniões regulares?
Eu não diria que precisamos de reuniões. Se vivêssemos num lugar onde não fosse possível estar com outros fiéis, Jesus certamente seria capaz de cuidar de nós. Assim, eu colocaria a pergunta de forma um pouco diferente: as pessoas que estão aprendendo a conhecer melhor o Deus vivo vão querer ligações reais e significativas com pessoas que compartilham a mesma crença? Evidentemente! O chamado para o reino de Deus não é um convite ao isolamento. Todas as pessoas que conheço e que estão florescendo na vida de Jesus sentem vontade de entrar em autêntica comunhão com outros que possuem essa mesma crença.
Essa espécie de comunhão, porém, não é fácil de achar. Periodicamente, nessa jornada, há ocasiões em que não parecemos encontrar outros crentes com quem partilhar nossa fome de Deus. Isso acontece, sobretudo, com quem percebe que se conformar às expectativas das instituições religiosas pode acabar enfraquecendo seu relacionamento com Jesus. Talvez eles se sintam excluídos por fiéis com os quais mantiveram durante anos uma amizade estreita. Mas quem passa por essa situação não a vê como uma ameaça. É sem dúvida incrivelmente doloroso, e essas pessoas irão procurar outros crentes profundamente desejosos de partilhar a jornada.
Minha expressão de corpo de Cristo favorita é onde um grupo local de pessoas escolhe caminhar juntas por um período na jornada, cultivando amizade íntima e aprendendo ouvir a Deus juntas.
Deveríamos estar aliançados a uma comunidade local?
A ideia do compromisso com determinada instituição é repetida com tanta frequência que a maioria de nós chega a acreditar que ela se encontra em algum trecho da Bíblia. Mas eu nunca a encontrei. Muitos de nós fomos levados a crer que se não tivéssemos a “cobertura do grupo” cairíamos no erro ou em pecado. Mas será que isso não acontece também no interior da nossa igreja particular?
Sei de muita gente que, apesar de não pertencer a qualquer instituição, não só desenvolve um relacionamento em grande profundidade com Deus como estabelece com outros crentes ligações mais intensas do que as que manteria dentro da instituição. Eu não perdi nem um pouco da minha paixão por Jesus ou do meu apreço por sua Igreja. Pelo contrário, ambos aumentaram muito, e com grande rapidez, nos últimos anos.
As Escrituras nos encorajam, isso sim, a sermos devotados uns aos outros, independentemente de qualquer instituição. Jesus deu a entender que sempre que duas ou três pessoas se reunirem em Seu nome Ele estará entre elas.
Claro que pode ser útil participar regularmente de determinada instituição. Mas nos enganamos totalmente quando acreditamos que a comunhão só se dá por frequentarmos o mesmo evento juntos regularmente ou por pertencermos à mesma organização. A comunhão se dá quando as pessoas partilham suas jornadas rumo ao conhecimento de Jesus e consiste numa partilha livre e honesta, numa preocupação genuína com o bem dos outros e o estímulo mútuo para seguir Jesus, não importando o caminho pelo qual Ele nos conduza.
Mas as nossas instituições não nos livram do erro?
Sinto discordar, mas toda grande heresia que oprimiu o povo de Deus nos últimos 2 mil anos proveio de grupos organizados com “líderes” que achavam que detinham com exclusividade o conhecimento da mente de Deus. Nessas instituições, cada movimento de Deus em direção aos que tinham verdadeira fome dEle era praticamente rejeitado. Muita gente foi excomungada ou executada por seguir a Deus.
Se é na instituição que você espera obter segurança, receio que esteja sumariamente equivocado. Jesus não nos disse que “ir à igreja” nos salvaria, mas que confiar nEle, sim. Deu-nos uma unção do Espírito para que pudéssemos saber a diferença entre verdade e erro. Essa unção é cultivada à medida que aprendemos Seus caminhos com base em Sua palavra e vamos crescendo mais próximos ao Seu coração. Isso nos ajuda a reagir quando certas expressões da igreja a que pertencemos se tornam impeditivas da obra de Jesus em nós.
Isso significa que as congregações tradicionais estão erradas?
Absolutamente não! Tenho encontrado em muitas delas gente que ama a Deus e está buscando crescer em Seus caminhos. Costumo visitar todos os anos umas 20 congregações diferentes que me parecem muito mais centradas no relacionamento do que na religião. Jesus está no centro de sua vida comunitária, e os que atuam como líderes são verdadeiros servos e não fazem jogo político de controle e manipulação, de maneira que todos são incentivados a se cuidar reciprocamente.
Oro para que mais pessoas se renovem assim na paixão por Jesus, na preocupação genuína com as outras e no desejo de servir o mundo com o amor de Deus. Mas creio que devemos admitir que ainda são exemplos raros nas nossas comunidades. Muitas resistem por um curto período, para depois, mesmo inconscientemente, passarem a oferecer respostas institucionais às necessidades dos seus membros, em vez de permanecerem dependentes de Jesus. Se isso ocorrer, não se sinta condenado caso Deus não o conduza junto com elas.
Então eu deveria deixar de ir à igreja?
Receio que essa pergunta também esteja mal colocada. Não creio que você à igreja mais do que eu. Todos somos parte dela. Faça sua parte da forma como Jesus lhe pede e nos lugares em que Ele te coloca. Nem todos nos desenvolvemos no mesmo ambiente.
Se você se reúne com um grupo de cristãos numa hora e num lugar determinados, e se essa participação o ajuda a ficar mais próximo de Jesus e de seguir a obra Dele em você, eu não acho, de modo algum, que deva sair. Tenha em mente, porém, que essa não é a Igreja, mas apenas uma das muitas expressões dela no local em que você vive.
Não se deixe enganar achando que só porque frequenta as reuniões está experimentando a autêntica vida em comunidade. Esta só acontece quando Deus o conecta com um punhado de irmãos e irmãs com quem você é capaz de construir amizades estreitas e compartilhar os verdadeiros desafios da jornada.
Isso pode se dar em congregações tradicionais, como também fora delas. Nos últimos sete anos eu me deparei com centenas, se não milhares, de pessoas que, cada vez mais decepcionadas com as congregações tradicionais, estão florescendo espiritualmente ao partilhar a vida de Deus com outros, na maioria das vezes em suas próprias residências.
Ou seja: reunir-se em casa é a resposta?
É evidente que não. Mas sejamos claros: por mais agradável que seja participar de cultos em grandes ambientes e ter mentores talentosos, o autêntico prazer da vida em comunidade não pode ser partilhado em grupos excessivamente grandes. Durante seus primeiros 300 anos a Igreja primitiva encontrou nas casas o lugar perfeito para se reunir. Os lares são muito mais adequados à dinâmica familiar, que é como Jesus descrevia Seu corpo.
Mas reuniões em casa não são solução para tudo. Já estive em reuniões caseiras doentes e também com pessoas que se reúnem em instalações maiores que conseguem experimentar a autêntica vida do corpo de Cristo em comunhão. Mas o tempo que dedico em reuniões, eu prefiro estar face a face com um grupo de pessoas. Sei que isso não é muito popular atualmente, pois as pessoas acham muito mais fácil assistir a uma apresentação afinada (ou não muito afinada), e voltar para casa sem ter que expor suas vidas, ou se preocupar com a vida das outras pessoas.
Ultimamente, o que mais importa para mim não é onde ou como eles se reúnem, mas se as pessoas estão ou não focadas em Jesus, e realmente ajudando umas às outras a se tornarem mais parecidas com Ele. Reuniões são muito menos importantes que a qualidade nos relacionamentos. Procuro pessoas assim em qualquer lugar aonde vou e sempre me alegro quando as encontro. Em nossa nova casa em Oxnard, encontramos alguns novos amigos e temos esperanças de encontrar outros mais.
Você não está simplesmente reagindo por mágoa?
Suponho que seja possível e o tempo dirá, eu acho, mas sinceramente não acredito. Qualquer pessoa comprometida com o corpo de Cristo irá se machucar às vezes. Mas existem dois tipos de ofensa. Existe um tipo de dor causada por um problema que pode ser resolvido com o cuidado adequado - como uma torção no tornozelo. E existe outro tipo de dor que só pode ser resolvida se afastando - como quando você põe a mão no forno quente.
Talvez todos nós já experimentamos algum tipo de dor ao tentar viver a vida cristã nas instituições. Por um longo tempo, muitos de nós ficamos por lá na esperança de que se algumas coisas fossem mexidas tudo ficaria melhor. Embora com algum sucesso de forma limitada, com momentos de renovação, também descobrimos que a conformidade que a instituição exige e a liberdade que a pessoa precisa para crescer em Cristo são incompatíveis uma com a outra. Isso vem acontecendo com cada grupo que se forma ao longo da história do cristianismo.
Você está procurando a igreja perfeita?
Não, e não imagino encontrar alguma neste lado da eternidade. A perfeição não é meu alvo, mas encontrar pessoas com as prioridades de Deus sim. É um tipo de pessoas que lutam por um ideal que compartilham juntas, e percebem que têm objetivos em comum.
Não guardo segredos pelo fato de eu ser completamente incomodado pela situação do cristianismo organizado. A maior parte do que chamamos “igreja” atualmente nada mais é do que apresentações bem planejadas com pouca conexão real entre os crentes. Os crentes são encorajados a crescer em dependência ao sistema, ou aos seus líderes, em vez de se ligarem ao próprio Jesus. Gastamos muita energia conformando as pessoas ao comportamento exigido pelas instituições em vez de ajudá-las a se transformarem aos pés da cruz!
Estou cansado de tentar ter comunhão com pessoas que só enxergam a igreja como um lugar onde passam duas horas semanais aliviando a culpa, enquanto vivem o restante da semana com as mesmas prioridades que o mundo. Estou cansado daqueles que dependem de sua justiça própria e não têm compaixão alguma pelas pessoas no mundo. Estou cansado de pessoas inseguras usando o corpo de Cristo como uma extensão de seu próprio ego, e o manipula para satisfazer às suas próprias necessidades. Estou cansado de sermões mais cheios de religiosidade que da liberdade do amor de Deus e os relacionamentos ficam em segundo plano, como exige uma instituição eficiente.
Mas nossas crianças não precisam das atividades da igreja?
Imagino que o que elas realmente precisam é serem integradas ao corpo de Cristo através da comunhão relacional com outros crentes. 92% das crianças que frequentaram a escola dominical, com todos os equipamentos e entretenimentos poderosos, abandonam a igreja quando deixam a casa dos pais. Em vez de encher nossas crianças com ética e regras, precisamos demonstrar como viver a vida cristã na coletividade.
Mesmo os sociólogos falam que o fator mais importante que determinará se a criança prosperará na sociedade é se ela teve amizades profundas e pessoais com adultos não parentes. Nenhuma escola dominical pode produzir isso. Conheço uma comunidade na Austrália que, após 20 anos compartilhando a vida cristã juntos como família pode dizer que nenhuma criança abandonou a fé por crescer no meio de adultos. Sei que posso estar exagerando aqui, mas é muito mais importante que nossas crianças experimentem comunhão verdadeira entre os crentes que os joguinhos e brincadeiras da programação infantil.
Qual a dinâmica do corpo de Cristo você procura?
Estou sempre procurando pessoas que buscam o Cristo Vivo. Ele é o centro da vida delas, da afeição e das conversações. Eles parecem ser autênticos e livres para sofrer quando se ferirem, para questionar o que não aceitam, para seguir a voz do interior, sem ter outros os acusando de divisão ou rebeldia. Busco pessoas que não desperdiçam dinheiro em construções extravagantes ou programações temporárias; onde as pessoas que sentam perto uma das outras não são estranhas; onde todos participam do sacerdócio a Deus em vez de assistir passivamente de uma distância segura.
Você não está dando uma desculpa para as pessoas ficarem em casa sem fazer nada?
Espero que não, embora eu saiba que tem esse perigo. Sei que algumas pessoas que deixam as congregações tradicionais terminam abusando da liberdade para satisfazer seus próprios desejos e perdem completamente a vida da igreja. Também não sou a favor daqueles que vivem pulando de igreja em igreja, que vão de um lado para outro, buscando o último mover, ou a melhor oportunidade de satisfazer seus desejos egoístas.
Por outro lado, a maior parte das pessoas que conheço, que estão fora do sistema, não é porque perderam a paixão por Jesus ou seu povo, mas porque a igreja tradicional perto delas não conseguiu satisfazer a fome que elas têm por relacionamentos. Elas buscam uma vida cristã mais autêntica e assumem um custo incrível por buscar isso. Acredite em mim, seria muito mais fácil seguir a correnteza, mas uma vez que você tenha experimentado a comunhão viva entre cristãos apaixonados, fica impossível se acomodar em algo menor que isso.
Esta visão não divide a igreja?
Não por si mesma. As pessoas causam divisões quando exigem que os outros se conformem a sua revelação da verdade. Muitos de nós somos acusados de causar divisões, pois a liberdade pode incomodar aqueles que encontram segurança no sistema religioso. E também não estamos tentando recrutar pessoas para abandonarem suas congregações. Vemos o corpo de Cristo grande o suficiente para abranger todo o povo de Deus, e Ele os quer unidos.
Uma das coisas ditas muitas vezes sobre as igrejas tradicionais é que as manhãs de domingo representam o horário mais segregacional na cultura americana. Reunimo-nos com pessoas que parecem conosco e gostam das mesmas coisas que nós. Descobri que agora tenho muito mais oportunidades de estar com pessoas numa dimensão muito mais ampla do corpo. Não exijo que as pessoas façam as coisas do meu jeito e espero que aqueles que enxergam isso de forma diferente parem de exigir que nos conformemos a eles.
Onde posso encontrar este tipo de comunhão?
Não é fácil responder isso. Pode estar bem distante de você ou com as pessoas que você já tem comunhão. Pode estar na rua de baixo, em seu bairro. Ou numa sala no local de trabalho. Você também pode se envolver num evangelismo em compaixão pelos necessitados e quebrantados em sua localidade, numa forma de expressar a vida de Cristo e encontrar outros com uma fome similar.
Não espere que este tipo de comunhão aconteça facilmente numa organização. Ela é orgânica, e Jesus pode te conduzir a ela exatamente onde você está. Busque a Ele para que coloque uma dúzia de pessoas ao redor de você com as quais possa compartilhar a caminhada. Talvez não sejam todos da mesma congregação que você. Eles podem ser vizinhos ou colegas de trabalho que seguem a Deus. Não seria este tipo de interconexão entre o povo de Deus um fruto incrível?
Não espere que seja fácil ou se desenvolva tranquilamente. Vai exigir algumas escolhas de nossa parte em ser obedientes a Jesus. Pode exigir algum esforço em abandonar velhos hábitos e estar livres para Ele edificar sua comunidade ao redor de nós, mas tudo isso vale a pena. Sei que isso incomoda algumas pessoas por eu não tomar regularmente meu banco nas manhãs de domingo, mas garanto que meus piores dias fora da instituição foram ainda melhores que os bons dias dentro dela. Para mim, a diferença é como ouvir alguém falar de golfe ou realmente fazer parte de um campeonato e jogar umas partidas. Ser igreja é como isso. Atualmente não precisamos de mais pregações sobre a igreja, mas de pessoas que estão simplesmente aprendendo a viver isso na realidade.
Pessoas ao redor de todo o mundo estão redescobrindo como fazer isso novamente. E você pode ser uma delas, deixando Ele te colocar em seu corpo, como deseja.

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